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Bebê tem fêmur quebrado durante parto em maternidade na Bahia

A família de uma gestante denuncia que a equipe médica da Maternidade Regional de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), quebrou o fêmur do bebê durante o parto. O caso aconteceu em 9 de abril e, uma semana depois, o pequeno segue com a perna engessada.

Segundo Guiomar Carvalho, a filha de 16 anos deu entrada na maternidade em trabalho de parto no dia 8 de abril. Ela levou o último ultrassom, feito em 13 de março, que mostrava que o bebê estava sentado.

Por conta da posição em que estava a criança, a mãe acreditou que teria um parto cesárea. Apesar disso, a equipe médica avaliou que ela poderia ter um parto normal. Não foi feito nenhum ultrassom

“A enfermeira disse que parto sem dor não era parto”, afirmou a avó do bebê.

Após horas de espera na maternidade, o pé da criança saiu pelo canal vaginal da mãe. Nesse momento, a equipe médica avaliou que uma cesárea deveria ser feita para retirar a criança.

Após o nascimento do pequeno Pietro, a família notou que a criança tinha um choro insistente e que uma das pernas estava roxa. Um pediatra foi consultado e, após um Raio-X, foi constatado que o fêmur de uma perna estava quebrado.

A avó de Pietro entrou em contato com a equipe médica e pediu explicações sobre a perna quebrada do neto, mas não teve retorno.

“Não souberam me explicar, pedi para conversar com o médico, pedi o prontuário e me negaram”, afirmou.

Nesta segunda-feira (15), sete dias após o nascimento, o bebê segue internado na maternidade e passa bem. A mãe da criança teve alta médica, mas voltou para o hospital por causa de infecções nos pontos da cesárea e febre. Não há informações sobre o estado de saúde dela.

Posicionamento da maternidade

A TV Bahia entrou em contato com Aline Costa, Diretora Geral da maternidade sobre o parto.

“A maternidade trabalha por classificação de risco. O caso foi classificado em verde, e não estava em nenhum sinal de que o bebê já estava para nascer. Como a avó colocou o bebê estava sentado, mas isso não significa que ele vai nascer imediatamente nas próximas três horas,” fala a Diretora.

(G1)

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