A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com um novo pedido de prisão domiciliar humanitária. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento na trama golpista de 2022.
Atualmente, o ex-chefe do Executivo está internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde trata uma pneumonia bacteriana bilateral. Os advogados solicitam que o ministro Alexandre de Moraes reavalie a decisão anterior que negou o benefício.
Segundo a defesa, o estado de saúde é grave e justificaria a concessão da medida. Especialistas explicam que a legislação brasileira permite a prisão domiciliar em casos humanitários, especialmente quando há risco à vida ou impossibilidade de tratamento adequado no sistema prisional.
No entanto, destacam que a decisão depende de uma avaliação médica oficial indicada pelo Judiciário, que irá atestar a real condição clínica do ex-presidente.
Caso o pedido seja aceito, a prisão domiciliar tende a ser temporária e acompanhada de restrições, como limitação de visitas e de contatos externos. A permanência em casa dependerá diretamente da evolução do quadro de saúde.
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