Levantamento da Genial/Quaest sobre o cenário eleitoral no Paraná indica que o senador Sérgio Moro (PL) lidera as intenções de voto para o governo do estado no primeiro turno e também venceria seus principais adversários em simulações de segundo turno.
Na disputa pelo Senado, os nomes mais citados são Alvaro Dias (MDB) e Deltan Dallagnol (Novo), que tenta reverter na Justiça Eleitoral uma decisão sobre sua elegibilidade.
No cenário estimulado com todos os pré-candidatos ao governo, Moro aparece com 35% das intenções de voto. Em seguida, estão Requião Filho (PDT), com 18%, e Rafael Greca (MDB), com 15%, em empate técnico. Sandro Alex (PSD) soma 5%, enquanto Luiz França (Missão) e Tony Garcia (DC) têm 1% cada. Os indecisos representam 18%, e 7% afirmam votar em branco ou nulo.
Em um cenário sem Greca e Tony Garcia, Moro sobe para 42%, seguido por Requião Filho, com 24%. Sandro Alex aparece com 6%, e Luiz França, com 2%. Nesse caso, 17% estão indecisos e 9% optariam por branco ou nulo.
A pesquisa ouviu 1.104 eleitores em domicílios no Paraná entre os dias 21 e 25 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código PR-02588/2026.
Simulações de segundo turno
Nos cenários de segundo turno, Moro aparece à frente de todos os adversários testados. Contra Requião Filho, registra 49% contra 30%, com 12% de indecisos e 9% de votos em branco ou nulos.
Diante de Rafael Greca, o senador teria 44%, contra 29% do ex-prefeito, enquanto 15% estão indecisos e 12% optariam por branco ou nulo.
Em um eventual confronto com Sandro Alex, Moro alcança 51%, frente a 15% do deputado federal. Nesse cenário, 17% estão indecisos e outros 17% declaram voto branco ou nulo.
Avaliação do governo estadual
A gestão do governador Ratinho Júnior (PSD) é aprovada por 80% dos paranaenses, segundo a pesquisa. A desaprovação é de 13%, enquanto 7% não souberam ou não responderam.
Para 70% dos entrevistados, o governo é avaliado como positivo. Outros 21% consideram a gestão regular, 6% a classificam como negativa e 3% não responderam.



