Cultura

Ex de Hugh Hefner diz que usavam drogas para fazer sexo na mansão Playboy

As modelos Holly Madison, 41, e Sondra Theodore, 64, ex-namoradas do empresário Hugh Hefner (1926-2017), fundador da Playboy, comentaram denúncias sobre o período da polêmica Mansão Playboy, construída em 1927, casa do fundador da marca.

“Eu me sentia como se estivesse no ciclo de coisas nojentas e não sabia o que fazer”, disse Madison, em um vídeo da série de documentários A&E “Segredos da Playboy”, reproduzido pelo jornal The New York Post. O documentário deve estrear em 24 de janeiro do ano que vem.

Na prévia, a “ex-playmate” revela a angústia mental e emocional que sofreu de 2001 a 2008 nas mãos de Hefner, que morreu de sepse no ano de 2017, aos 91 anos. “Cheguei a um ponto em que meio que cedi àquela pressão e senti precisar ser exatamente igual a todo mundo”, completa.

Na época, ela tinha 21 anos e o empresário 75, e logo ela se tornou uma das três namoradas dele. No ano de 2002, Hefner terminou seus outros dois relacionamentos e Madison se tornou a “namorada oficial” do magnata.

Sobre os eventos traumáticos, Madison relembra de uma vez que decidiu cortar o cabelo para ganhar autoconfiança e se diferenciar das outras mulheres da mansão, mas precisou lidar com a fúria do empresário. “Eu voltei com o cabelo curto e ele pirou comigo”, conta. “Ele estava gritando comigo e disse que me fazia parecer velha, dura e barata.”

Além disso, Theodore, que foi coelinha entre os anos de 1976 e 1981, afirma que havia uso de drogas durante relações sexuais. “Hef fingia que não estava envolvido com uso de drogas pesadas na mansão, mas isso era mentira. Quaaludes eram usadas para sexo”, releva.

“Normalmente, você tomava apenas a metade [de comprimido], mas se pegasse dois, desmaiava. Havia uma grande sedução, e os homens sabiam que podiam fazer com que as meninas fizessem praticamente qualquer coisa que eles quisessem se lhes dessem um Quaalude”, completa ela.

Quaalude era uma das marcas de comprimidos de metaqualona, que eram prescritas nos anos 1960 para pacientes que tinham problemas para dormir. No entanto, algumas pessoas perceberam que o uso em maiores quantidades trazia efeitos alucinógenos.

Ainda no documentário, Lisa Barret, ex-secretária e assistente executiva de Hefner, confirma as acusações de uso de drogas. “Quaaludes eram o que chamávamos de abridores de pernas. Esse era o ponto principal deles. Eram um mal necessário, se você quisesse, para a festa”, completou.

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